Infelizmente essa página não possui suporte a impressão.

Notícias

Aluno do curso de Matemática inova durante estágio supervisionado levando tecnologia para sala de aula

26/06/2019 - Ipatinga

Que o estágio supervisionado é uma boa oportunidade para o estudante colocar em prática o que vê na teoria não é novidade. Mas, quando estagiário inova o método de ensino tradicional, na escola em que está, merece destaque. Paulo Henrique da Cunha Ramos, é engenheiro e aluno do Claretiano – Centro Universitário, polo de Ipatinga (MG), no curso de formação pedagógica para não licenciados em Matemática. É também estagiário na disciplina de Matemática no Ensino Fundamental (8º e 9º anos) no Colégio João Calvino, na cidade de Coronel Fabriciano, MG, onde reside. E, devido aos estudos no Claretiano, Paulo viu que poderia inovar e apresentou uma forma diferenciada de aplicar prova para a direção da escola.

 “Nesse primeiro semestre, em uma das disciplinas, foi solicitado como trabalho a elaboração de uma avaliação on-line feita no Google Formulários. Fiz a avaliação e postei a atividade na Sala de Aula Virtual. Mas, durante o trabalho percebi que essa ferramenta, o Google Formulários, poderia deixar as atividades de Matemática mais interessantes, afinal, os alunos teriam a oportunidade de utilizar o celular na sala de aula para aprender”, explica.

Paulo aproveitou a ideia e a apresentou a novidade para a direção do Colégio. “A diretora pedagógica achou uma boa ideia e, em reunião com a diretora administrativa, autorizaram a realização da atividade”, conta. Em seguida, conversou com a professora da disciplina e juntos elaboraram uma avaliação on-line de acordo com os conteúdos até então estudados pelos alunos.

“O resultado foi um sucesso. Os alunos adoraram a nova forma de fazer a prova. Fui elogiado pela direção da escola e pelos outros professores que gostaram da ideia e estão pensando em inovar também em suas disciplinas”, conta.

Vale lembrar que, para a aplicação da prova on-line foi necessário que a escola disponibilizasse o wi-fi para os alunos que se comprometeram em usar o celular apenas para fazer a prova. “Os alunos gostaram tanto que não saíram do foco, afinal, foi uma forma diferente de ensinar a matemática para eles”, conta Paulo.

 

 

= = = = = = = =