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Aluno do curso de Música já é guitarrista, sideman católico e gravou EP com quatro faixas instrumentais

16/07/2020 - Batatais

Já pensou colocar em prática tudo o que vem sendo aprendido durante a graduação e com isso melhorar ainda mais o desempenho profissional? Essa é a rotina de Samuel Silva Gomes, 21, que mora no município de Batalha (AL) e é aluno do terceiro semestre do curso de Música do Claretiano no polo de Maceió (AL). Samuel já atua na área e agora está tendo a oportunidade de aprender os conceitos que antes eram apenas conhecidos, pois ele já é músico, guitarrista, sideman católico (músico profissional que é contratado para se apresentar ou gravar com um grupo a qual ele não integra) e lançou recentemente o EP Instrumental ‘1 Samuel 16’ com quatro faixas instrumentais e uma com a participação do professor da Escola de Música Santa Cecília.

“Nunca me imaginei gravando uma faixa instrumental e muito menos um EP. Creio que o EP veio em momento oportuno. Na passagem de 1 Samuel 16  fala sobre Davi, um jovem, músico e temente a Deus. Davi servia ao rei Saul. E Davi, ao tocar a sua harpa para o rei Saul com intuito de acalma-lo, expulsava o espírito mau que habitava nele. E esse projeto tem o mesmo intuito: acalmar os corações, levar as pessoas aos ares profundos de adoração e expulsar o inimigo que nos rodeia diariamente”, explica.

Ele conta que os ensinamentos recebidos no curso do Claretiano o influenciaram na realização desse seu projeto. “Os professores nos incentivam constantemente a não desistir e isso nos acrescenta muito. Sem contar nos ensinos técnicos e teóricos; tais como a leitura e aplicabilidade da partitura, o trabalho constante com os sete modos litúrgicos ou eclesiásticos, entre muitos outros”, observa.

Além disso, o curso de Música ampliou sua percepção quanto à profissão, já que, segundo ele, a sociedade vê o musicista como uma pessoa que não trabalha. “Existe aquela pergunta clichê: você é músico? Trabalha de que? E isso é tão vívido na sociedade que contamina a própria classe musical. E ao iniciar os estudos no Claretiano, aprendi que o ensino de música vai além disso. Ao adentrar esse infinito mar em busca do conhecimento por intermédio desse curso, entendi que nós vivenciamos a música a apreciando, compondo-a e a executando, como afirma Keith Swanvick. Aprendi também que educar é sempre algo novo. Entendi a visão filosófica que nós devemos ter enquanto alunos e futuros docentes. Conheci o sistema político voltado a educação no nosso país. Enfim, a instituição veio para somar em minha vida, tanto como músico, aluno, ser humano, futuro professor, se Deus quiser, e Cristão”, explica.

Essa mudança na forma de ver a profissão foi além. Antes de Samuel dedicar-se à música sacra ele tocava na noite, com alguns grupos e bandas em sua região. “Mas, em um show católico, mudei totalmente a minha visão e disse a mim mesmo: ‘é isso o que eu quero!’. Foi um momento único. E após isso não parei mais”, conta ressaltando que por meio da música católica, pode dividir palco com grandes nomes da música católica, tais como Diego Fernandes, Adoração e Vida, Tony Alisson, Emanuel Stenio, Padre Antônio Maria, Rosa de Saron, Colo de Deus, Jake Trevisan, Rubens Lis, Danilo Casemiro, Samuel Ferreira e Eliana Ribeiro.

“Recentemente participei de um concurso de bandas online ‘TOCA QUE EU TE ESCUTO’, que foi idealizado pela ex BBB Cris Mota e teve como jurado o músico, empreendedor e escritor Thiago Gomes. Thiago dedicou o seu voto a mim e me elogiou”, lembra.

 Trajetória

Samuel já é músico e professor desde os meus 13 anos. É ex-endorser da Dick Picks Palhetas e atualmente parceiro da Rafive Picks. É também professor e proprietário da primeira escola de música da região onde mora: Escola de Música Santa Cecília e tem formação técnica em música na infância. Apesar de já atuar na área musical, Samuel conta que o Claretiano trouxe granes aprendizados.

“Tanto no âmbito educacional quanto religioso. A persistência em querer educar desse centro universitário é louvável. Eu tomei nota de muitos pontos importantes, entre eles a questão da disciplina em si, ser mais rigoroso e ter sempre a curiosidade. Além disso, os professores nos incentivam constantemente a não desistir e isso nos acrescenta muito. Sem contar nos ensinos técnicos e teóricos; tais como a leitura e aplicabilidade da partitura, o trabalho constante com os sete modos litúrgicos ou eclesiásticos, entre muitos outros”, conta. Além das aulas, gravações, casamentos, produções e shows, Samuel ministro workshops voltados as formações de leigos e ministros de música.

Tajetória interessante, não acha? Clique no nome da plataforma e conheça um pouco do trabalho do nosso aluno:

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