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Ação Pastoral

Hoje é Dia Internacional para a Tolerância

Hoje, 16 de novembro, celebramos o Dia Internacional para a Tolerância. Desde 1995, a data foi instituída pela ONU - Organização das Nações Unidas, em prol da valorização da pessoa humana, o respeito à cultura, à religião ou à classe social.

Tolerância é “suportar”, mas também é “admitir modos de agir, pensar e sentir”, não apenas aceitando outra pessoa e seus direitos, mas respeitando a mesma por suas escolhas.

Ter tolerância faz a nossa vida e a vida das pessoas com quem convivemos diariamente mais plena e saudável. Faz a gente sentir empatia e entender que, nem sempre, o que achamos é o melhor para todos. Que temos a chance de fazer escolhas e que as outras pessoas também têm.

Tolerar é entender que o próximo, ou até o distante, tem a autonomia de seus atos, pensamentos e ações, desde que elas não interfiram negativamente na vida de outras pessoas. Tolerância é permitir independência, iniciativa, é confiar. É deixar que o outro também conheça coisas boas, e que este viva de forma mais saudável.

Que neste dia, e em todos os outros 364, não se tolere por obrigação, apenas. Que haja um respeito comum e feliz, na alegria de saber que quando somos tolerantes, somos pessoas melhores.

A Ação Pastoral e Extensão Comunitária apresenta-se como uma proposta de ações voltadas para as atividades pastorais que buscam agregar ao trabalho acadêmico da Instituição, a realização de uma educação que forme profissionais qualificados para atuarem no mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, pessoas conscientes de sua responsabilidade ética, cidadã e cristã uma vez que tal proposta vem ao encontro da efetivação do Projeto Educativo Claretiano, que se fundamenta no carisma do fundador da Congregação dos Missionários Claretianos - Santo Antonio Maria Claret, cuja base visa o desenvolvimento integral da pessoa respondendo ao direito de todos a ter acesso ao saber e ao conhecimento e, com pleno respeito à liberdade de cada indivíduo e ao métodos próprios do ambiente escolar, apresentar a proposta evangelizadora de Jesus Cristo, como sentido de vida, do cosmo e da história.