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Histórico Institucional

            O Projeto de Avaliação Institucional, no âmbito da Faculdade Claretiana de Brasília, começou a ser desenvolvido no ano 2011, por conta da Instituição ter protocolado, no final desde mesmo ano, junto ao Ministério da Educação, o pedido de Credenciamento da Faculdade Claretiana de Brasília e de Autorização de cinco cursos de graduação. São eles: Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira, Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública e Curso Superior de Tecnologia da Informação. Os Projetos Pedagógicos destes Cursos estão sendo elaborados pelos seus coordenadores, juntamente com os respectivos Núcleos Docentes Estruturantes.

            Em 30 de agosto de 2011, através da Portaria n° DGER 03/2011, foi constituída a Comissão Própria de Avaliação (CPA) da Faculdade Claretiana de Brasília e caberá à Comissão as atribuições de condução dos processos de avaliação internos da Instituição, de sistematização e de prestação das informações solicitadas pelo INEP. Posteriormente, com o credenciamento da Faculdade e a autorização dos cursos solicitados, pelo Ministério da Educação, foi criado por esta CPA, um documento para apresentar o Projeto de Avaliação Institucional da Faculdade. Este documento será embasado na diretriz proposta pelo Ministério da Educação, por meio da CONAES - Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - e pelo SINAES - Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior -, instituído pela Lei n° 10.86l, de 14 de abril de 2004, objetivando o aperfeiçoamento constante, melhoria e elevação do padrão de ensino-aprendizagem da instituição, suas metas e seus objetivos maiores de um lado; e de outro, o nosso público alvo, para quem nós existimos, seus sentimentos, anseios, desejos, aspirações etc. Procuramos abranger as diferentes dimensões do ensino, da iniciação à pesquisa, da extensão e da gestão da IES. Na verdade, a avaliação constituiu-se como o início de um processo de contínuo aperfeiçoamento do desempenho acadêmico, do planejamento da gestão da instituição e de prestação de contas à sociedade, pois estávamos convencidos de que a avaliação institucional era um processo sem fim, de busca constante da qualidade do fazer, pressupondo e exigindo predisposição às mudanças, entendidas como necessárias para uma maior efetivação do trabalho acadêmico.

            Muita coisa mudou na Instituição desde aqueles primeiros esforços. Foi a informatização da Biblioteca. Nasceram também sugestões de melhoria do ensino, inclusive de vários cursos. Ocorreram adequações e mesmo transformações nas matrizes curriculares dos cursos, em decorrência da unificação das matrizes curriculares do Claretiano Rede de Educação. Foram várias as adequações e melhorias nas matrizes curriculares, sempre ancoradas na LDB, nos parâmetros curriculares, nas diversas normas, resoluções e portarias promulgadas pelo MEC ou pelo CNE. Foi detectado a necessidade de novos cursos, que levou a abertura dos Cursos de graduação em Nutrição – Bacharelado e Estética e Cosmética - Bacharelado.

            Desde os primeiros passos da avaliação institucional para a Faculdade Claretiana de Brasília, sempre foi impensável concebê-la dissociada da mudança, mais do que isso, de uma cultura da mudança, como exigência da dinâmica da realidade científica, tecnológica, cultural, organizacional, política e social. O fato é que o mundo, a sociedade, a economia, estão mudando num ritmo cada vez mais acelerado e nossa Instituição não podia ficar atrás.

            As avaliações que estão sendo propostas impulsionaram a necessidade de nos atualizarmos e fazer a parte que nos diz respeito no aprendizado dos estudantes. Faz-se necessária a consolidação da ponte com a sociedade e com o mercado, ponte esta que estudantes e professores precisam construir, tendo como parâmetro o mundo da ciência e da tecnologia. Os servidores precisam cumprir com eficácia e eficiência sua parte, para que as funções e fins da IES se realizem, impedindo que se estabeleça uma cultura burocrática e contabilista, à semelhança, por exemplo, de uma repartição pública formalmente eficiente, mas sem compromissos efetivos.

            Mudando as mentalidades e as ações de todos os colaboradores da IES indistintamente, as estruturas em que eles atuam, sejam nas salas de aula, nos laboratórios, nos núcleos de pesquisa, nos Colegiados, nas instâncias de representação dos interesses corporativos, e na própria Instituição, refletirá concretamente essa mudança; e, mudando a mentalidade e ações de todos que fazem parte da IES, da cultura universitária, a comunidade regional e suas instituições também deverão, progressivamente, refletir e se adequar a essa nova cultura. Temos consciência de que a possibilidade de uma instituição de ensino superior como a nossa, vir a constituir-se numa instância transformadora de seu entorno, está diretamente ligada à sua capacidade de atualizar-se e de superar-se permanentemente. Este sempre foi o papel estratégico que, desde o início dos esforços por implantar a Avaliação Institucional, acredita-se poder operar.

            Logo de início, quando se pensou em implantar a “Pesquisa”, ficou patente que ela se conjugava com mudança e essa assume diferentes significados. Esse processo foi muitas vezes doloroso, lento, com avanços e retrocessos, mas com grande potencial de transformação. Ficou claro para todos os que se engajavam na avaliação institucional que ela estava indelevelmente conectada a mudanças e melhorias. A avaliação institucional, em sentido pleno, é a conjugação dessas duas dimensões da realidade: a das estruturas de poder e seus dirigentes e a dos colaboradores, responsáveis, em última instância, pelo funcionamento de todo o sistema. Sustentou-se sempre que as mudanças precisavam se dar nesses dois níveis, sob pena de degenerar-se numa "avaliação externa", sem implicações ou mudanças para a instituição.

            Sempre se defendeu o ideal de que, quanto maior a sintonia, articulação e interação entre esses níveis, maior a probabilidade da avaliação institucional realizar a promessa de que é portadora. É por essa razão que nos princípios e características colocadas como desejáveis, se dá relevo ao espírito democrático, fazendo-a ser participativa, consensuada, negociada e ter adesão espontânea, entre outras. Para tanto se estabeleceram alguns princípios, decorrentes do nosso Projeto Educativo, tais como:

  • A preservação de políticas para avaliação do Ensino Superior que fossem multidimensionais e abrangentes, visando a avaliar não só o cumprimento de objetivos e metas pré-estabelecidas, mas, também, o cumprimento de suas finalidades de formação humana, sob o ponto de vista social, ético e político.
  • A definição de que a avaliação institucional deveria ser feita em função da Missão do Claretiano Faculdade no contexto local, regional e nacional, respeitando sua identidade institucional em seu permanente dinamismo. A Faculdade Claretiana de Brasília tem sua própria história ancorada no Projeto Educativo que estabelece os princípios básicos do Projeto Político Institucional e no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), assim como uma proposta para implementá-los, o que o torna único nas suas definições e conceitos, concepção e objetivos.
  • O critério de que nosso Processo de Avaliação Institucional teria que ser sempre participativo, coletivo, crítico, transformador da instituição e dos sujeitos envolvidos. A Avaliação Institucional foi entendida como processo permanente, a ser utilizada como um instrumento para identificar oportunidades de melhorias, para corrigir deficiências, e para introduzir as mudanças que significassem uma melhoria imediata da qualidade da educação na instituição.
  • Quanto ao critério de participação ampla, entendemos que a avaliação estava intimamente vinculada à qualidade e deveria sempre exigir que alunos, ex-alunos, professores, funcionários, técnico-administrativos, empregadores, participassem do processo administrativo institucional.

            A partir daí foi grande a aceleração da mudança, mostrando de forma cada vez mais clara o processo de corrosão e de obsolescência dos conhecimentos e das tecnologias em que poderíamos nos encontrar e explicitando a necessidade de atualização, de renovação do conhecimento, de mudanças. Tudo isto nos impôs grandes desafios como:

  1. Conjugação de reformas na gestão da IES com a implantação da cultura da avaliação e prestação de contas frente à sociedade.
  2. No processo de massificação do acesso à Instituição de Ensino Superior, a afirmação pela competência e pela qualidade em algumas áreas de conhecimento, levando a IES a reformular inclusive seu quadro docente, enquadrando-nos nos ditames das leis em vigor e trazendo novos profissionais, com novas ideias e predispostos a participar das mudanças.
  3. Como uma exigência crescente da nova sociedade do conhecimento, que se instalou no apagar das luzes do século passado e no limiar do novo século, precisávamos nos estruturar para dar conta da necessidade da Educação ao Longo de Toda a Vida, para a educação continuada e multifacetada demandada pelo público adulto.

            Esses desafios propostos a uma IES como a nossa apontam para a construção permanentemente da nossa própria identidade e realmente tem implicações sobre os elementos constituintes. A partir das primeiras avaliações realizadas ficou patente a necessidade de se exigir do professor, por exemplo, uma busca contínua de atualização em todas as dimensões de seu fazer, quer pelas mudanças nas ferramentas e nas técnicas de pesquisa, quer pelos avanços da ciência em sua área de conhecimento, quer pelos avanços da ciência pedagógica, quer por mudanças no ambiente econômico, social e cultural externo à IES, locus em que o estudante deverá atuar enquanto profissional. Tudo isto está radicado no fato de que o mundo muda e todos os colaboradores do processo universitário, independentemente de sua função, precisam se atualizar continuadamente. Desde o início estávamos conscientes de que a avaliação institucional pressupõe e exige essa mudança; e, mais do que isso, exige a criação de um espírito predisposto à mesma, quebrando paradigmas convencionais e, muitas vezes, já consolidados. Portanto, a mudança pressuposta e exigida é de ordem cultural e pode ser traduzida na criação de uma cultura e de um espírito aberto à inovação, ao novo, que responda, em suma, ao imperativo da atualização permanente.

            Portanto, a mudança pressuposta e exigida é de ordem cultural e pode ser traduzida na criação de uma cultura e de um espírito aberto à inovação, ao novo, que responda, em suma, ao imperativo da atualização permanente.

            Faz-se necessária a consolidação da ponte com a sociedade e com o mercado, que estudantes e professores precisam construir, tendo como parâmetro o mundo da ciência. Os servidores precisam cumprir com eficácia sua parte, para que as funções fins da IES se realizem, impedindo que se estabeleça uma cultura burocrática, contábil, à semelhança, por exemplo, de uma repartição pública formalmente eficiente, mas sem compromissos efetivos.

            Mudando as mentalidades e as ações dos atores-sujeitos, as estruturas em que estes atuam, sejam as salas de aula, os laboratórios, os núcleos de pesquisa, os departamentos, as instâncias de representação dos interesses corporativos, a própria Instituição refletirá concretamente essa mudança. E, mudando a mentalidade e ações dos atores-sujeitos, a cultura universitária, o entorno, a comunidade regional e suas instituições também deverão, progressivamente, refletir essa nova cultura.

            Temos consciência da possibilidade de uma IES como a nossa, poder constituir-se em instância transformadora de seu entorno. Essa possibilidade está diretamente ligada à sua capacidade de atualizar-se, de superar-se permanentemente. Desde o início dos nossos esforços por implantar a avaliação institucional, acreditamos no seu papel estratégico para operar as mudanças pretendidas.

            Logo de princípio, quando se implantou a avaliação institucional, ficou patente que ela se conjugava com a mudança, a qual assumia diferentes significados. Ficou evidente para todos os que se engajavam a esse procedimento avaliativo que ele estava indelevelmente conectado à mudança e à melhoria. A avaliação institucional, em sentido pleno, é a conjugação dessas duas dimensões da realidade: a das estruturas de poder e seus dirigentes e a dos atores-sujeitos, responsáveis, em última instância, pelo funcionamento de todo o sistema.

            Sempre se defendeu o ideal de que quanto maior a sintonia, a articulação e a interação entre esses níveis, maior a probabilidade da avaliação institucional realizar a promessa de que é portadora. É por essa razão que nos princípios e características colocados como desejáveis, destaca-se o espírito democrático, que torna a avaliação participativa, consensuada, negociada e espontaneamente assumida, entre outras. Para tanto, estabeleceram-se alguns princípios, decorrentes do nosso Projeto Educativo, tais como:

  • Implantar políticas para avaliação da IES que sejam multidimensionais e abrangentes, visando avaliar não só o cumprimento de objetivos e metas preestabelecidos, mas também o cumprimento de suas finalidades de formação humana, do ponto de vista social, ético e político;
  • Na visão da unificação do Claretiano Rede de Educação, a Faculdade Claretiana de Brasília, estabeleceu claramente que a avaliação institucional deveria ser feita em função da Missão do Claretiano no contexto local, regional e nacional, respeitando sua identidade institucional em seu permanente dinamismo. A Faculdade Claretiana de Brasília, tem sua própria história ancorada no Projeto Educativo, que estabelece os princípios básicos do Projeto Político Institucional, e no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), assim como possui uma proposta para implementá-los, o que os tornam únicos nas suas definições e conceitos, concepção e objetivos;
  • Sempre foi nosso propósito que a avaliação pudesse contar com instrumentos avaliativos que conseguissem captar as diversidades existentes entre as instituições, permitindo a obtenção da melhor informação possível dentro dos limites de cada situação;
  • Nosso processo de avaliação institucional foi sempre participativo, coletivo, crítico, livre de ameaças e transformador da Instituição e dos sujeitos envolvidos. A avaliação institucional foi entendida como processo permanente, a ser utilizada como um instrumento para identificar problemas, para corrigir erros e, sobretudo, para introduzir as mudanças que significassem uma melhoria imediata da qualidade da educação na Instituição;
  • Sempre entendemos que a avaliação estava intimamente vinculada à qualidade e devesse sempre solicitar que alunos, ex-alunos, professores e funcionários técnico- administrativos informassem à Instituição sobre a relevância do seu ensino e sobre as suas ações direcionadas à pesquisa/investigação científica e extensão.